Deixa-te de presunções
Põe de lado a arrogância
Cuidado com as imitações
E age com muita prudência
Princípios?!... Sei como são:
Gerem sempre a contratempo
Não são mais qu'ilusões
De quem não tem qualquer tento
Nem mãe soubeste ser
E, pelos vistos, nem mulher
Avisei-te: não quiseste saber
- Era eu o mal-te-quer...
Deixa-te de ilusões
Serôdeas e mal concebidas:
O mundo é de realizações,
De verdades bem assumidas
Deita-te a dormir! É melhor...
"Que não há mal que sempre dure"
Se a realidade fôr sempre maior
Que uma quimera que perdure
Agradece a Deus e à vida
Teres um "amor de raíz", (???...)
Meu Deus! Ai se tudo numa lida
Não te roçasse com o cariz
De mula velha e sabida?!...
Ignorante! Deixa-me em paz!
Vai à tua puta de vida!
Faz com quem o que t'apraz!
Não toques em mim, sequer,
Nem que seja mesmo de raspão!
Outras também quiseram ser
Da minha vida um refrão.
Pois é: cama de ilusões,
Fortuitas, gastas, passadas...
E, sem saber, tu supões
Ser a eleita entre as desejadas
Coitada de ti, amostra de gente,
Que persegues quem menos deves
Olha-o bem, bem de frente
E verás ironia, embuste, disfarces.
Tola, cega, surda, presunçosa
- Pretendes dourar a canga
E não passas de mentirosa:
Já basta de tanta tanga!
01/06/2012, (23h:35')
- quem será este espinho no roseiral da minha vida???
- a propósito dos "saques" sucessivos às minhas ideias, expostas em grupos públicos, ou nos meus "blogs"
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