Quando se luta por denegrir, depreciar, destruir tudo que alguém tenta fazer para sobreviver, lutando uma vida inteira por ser sempre íntegro, melhor, e realizar actividades, desenvolver capacidades, que tentam provar que a vida em derredor é uma trampa, uma mole de gente ralé confinada aos horizontes de quatro tábuas e dois lençóis, não há dúvida alguma que a desintegração de confiança, de equilíbrio, de harmonia, tem que soçobrar.
Querer "comer", ser igual, não implica atitudes destas - são castelos de areia que ruem a qualquer sopro.
Por aqui é o desporto favorito - em "modelitos" mixurucas, a que os chineses e as lojas "por grosso" fazem por oferecer mais , melhor e com uma vastíssima variedade muito mais acessível.
"Brinca-se às casinhas", aos casamentos, aos "ineditismos" baratos - tudo se resume a uma profundíssima inveja; um dos pecados capitais mais abjectos, de todo baníveis e inaceitáveis.
Por aqui se vive, se reproduz, se faz por ser, seguindo estes "modelos".
"Terra das vacas", dos chulos e das prostitutas, dos pederastas e "gillettes", dos pedófilos e "pichas moles" - daí à ocorrência de assassinatos, envenenamentos, (de todo o género), tudo é permissível, com o assentimento de toda uma comunidade. A única e obsessiva preocupação é dar vazão à libido - a marginalidade e a promiscuidade são prerrogativas de um "status quo", de um "fait divers", que fazem parte do "modus vivendi" e do "modus operandi" desta gente chinfrim. Não são capazes de fazer melhor, de ser diferentes, de se valorizarem de molde a poderem considerar-se gente, (!) .
Ser-se mulher, por cá, é a mais vil das afirmações - a falta de respeito e consideração pelas outras, omite outras particularidades, muito mais rejeitáveis: um "ego" em falência total, falta de amor-próprio e brio, (a qualquer nível), um profundo desrespeito e uma inegável desconsideração por si mesma.
A enxúrdia, (a todos os níveis), está patente, e é execrável!
Vale Vite, 25/07/2014, (08h:10')
sexta-feira, 25 de julho de 2014
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Um conto de quando em vez...(excertos)
Há gente para quem será honra demasiada ser olhada como tal.
Depois de oito anos e tal de horrores, de usurpações, de invasões, de má-educação - este povo é mesmo mal-formado, estruturalmente - estou a desenvolver uma psicose agravada, novamente.
Há um fulano que para aqui veio, fez obras numa casa, - ou fizeram por ele, o que terá que ter sido colmatado com o seu "body-credit"?! Porque era ela que fazia e tratava de tudo, ele só estragava - conforme a ouvi um dia; esta trouxe um gato que dava comigo em doida, miando desalmadamente, que nem gato vadio - tentei dar-lhe comida, nem mesmo assim; agora trouxe outra, com um cão, que leva, de manhã à noite a ladrar; ninguém está satisfeito, mas não se manifestam; a maior prejudicada sou eu: é debaixo da minha janela que tudo se processa; falar com ela - que já o fiz, e porque já saiu uma lei que, para além de multa, pode implicar cadeia, também - não serve de nada; crê-se no direito de fazer o que bem entender. Questiono-me porque não vai esta gente viver para os "bairros da lata" - não há regras, não há condicionalismos de boa vizinhança e boa convivência.
Sobre este, escrevi o seguinte:
"Amôree, vem à minha bêra!"
.... Deu entrada um casal novo, que irritava a vizinhança com as suas assunções; pessoas ignaras, ... que pretendiam "revolucionar" todo o edifício. Acontece que, parecendo estarem de bem com a vida, depressa se voltou tudo do avesso: eram frequentes as discussões entre os dois, ela porque o considerava inepto fosse para o que fosse, ele porque o que é bom é não fazer nenhum, .........
As cordialidades com as pessoas, .....
- o Zé do Pipo, (que se intromete em todas as casas, para ver se "enche a mula" à conta, ..... e acabar por dizer sempre mal, como é costume...)
- e a Rosa de Flores Nenhumas, (que nem sei bem porquê, já que as atenções devidas aos filhos são parcas, .....sai de casa para vir estar de paleio quase debaixo das minhas janelas ...... ou está de "janelada" em cavaqueira demorada - não importa a hora...)
............................................
As relações quer com um, quer com outra, alteraram-se, ........
O rapaz cansava de se deixar ouvir, ....: "Amôree! Amôree! Vem cá!" - uma arenga que poderia durar o dia todo, .....
............................................
Deu em águas de bacalhau.
............................................
Tanto amor para nada!
...........................................
Tanto quanto parece será ela quem tem dinheiro, (ou o pai?!), mas enfim...
Isto vai-se tornando num Vale de Penduras, sem eira, nem beira.
In Contos em Noites de Lua Cheia # Brumas Sobre o Vale
Fast.Livro
ISBN: 97-99-20-3163-7
Junho de 2012
Depois de oito anos e tal de horrores, de usurpações, de invasões, de má-educação - este povo é mesmo mal-formado, estruturalmente - estou a desenvolver uma psicose agravada, novamente.
Há um fulano que para aqui veio, fez obras numa casa, - ou fizeram por ele, o que terá que ter sido colmatado com o seu "body-credit"?! Porque era ela que fazia e tratava de tudo, ele só estragava - conforme a ouvi um dia; esta trouxe um gato que dava comigo em doida, miando desalmadamente, que nem gato vadio - tentei dar-lhe comida, nem mesmo assim; agora trouxe outra, com um cão, que leva, de manhã à noite a ladrar; ninguém está satisfeito, mas não se manifestam; a maior prejudicada sou eu: é debaixo da minha janela que tudo se processa; falar com ela - que já o fiz, e porque já saiu uma lei que, para além de multa, pode implicar cadeia, também - não serve de nada; crê-se no direito de fazer o que bem entender. Questiono-me porque não vai esta gente viver para os "bairros da lata" - não há regras, não há condicionalismos de boa vizinhança e boa convivência.
Sobre este, escrevi o seguinte:
"Amôree, vem à minha bêra!"
.... Deu entrada um casal novo, que irritava a vizinhança com as suas assunções; pessoas ignaras, ... que pretendiam "revolucionar" todo o edifício. Acontece que, parecendo estarem de bem com a vida, depressa se voltou tudo do avesso: eram frequentes as discussões entre os dois, ela porque o considerava inepto fosse para o que fosse, ele porque o que é bom é não fazer nenhum, .........
As cordialidades com as pessoas, .....
- o Zé do Pipo, (que se intromete em todas as casas, para ver se "enche a mula" à conta, ..... e acabar por dizer sempre mal, como é costume...)
- e a Rosa de Flores Nenhumas, (que nem sei bem porquê, já que as atenções devidas aos filhos são parcas, .....sai de casa para vir estar de paleio quase debaixo das minhas janelas ...... ou está de "janelada" em cavaqueira demorada - não importa a hora...)
............................................
As relações quer com um, quer com outra, alteraram-se, ........
O rapaz cansava de se deixar ouvir, ....: "Amôree! Amôree! Vem cá!" - uma arenga que poderia durar o dia todo, .....
............................................
Deu em águas de bacalhau.
............................................
Tanto amor para nada!
...........................................
Tanto quanto parece será ela quem tem dinheiro, (ou o pai?!), mas enfim...
Isto vai-se tornando num Vale de Penduras, sem eira, nem beira.
In Contos em Noites de Lua Cheia # Brumas Sobre o Vale
Fast.Livro
ISBN: 97-99-20-3163-7
Junho de 2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)