Outro repto - a um / ao sorriso.
Tive que perfigurar o de alguém - revi o da minha mãe, dos mais lindos que conheço.
Com o teu sorriso
Sinto o Sol sempre a brilhar
Abrem-se janelas de improviso
Deixando o Sol entrar
No teu sorriso
Rasgam-se todas as tristezas
Soltam-se amarras num riso
Voam p'ra longe incertezas
Com o teu sorriso é
Que me sinto renascer
Como se tudo, até,
Não pudesse fenecer
Alegria, paz, lenitivo
Sinto sempre que preciso
Quando sorris. Vivo
A vida num sorriso
04/11/2012, (22h:00')
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Lançaram-me um repto...
... que, muito embora considere um deboche, não quis deixar de participar, ainda que não haja um outro a quem destinar sensações destas. As fruições, de tão íntimas e pessoais, deverão ser recatadas.
Orgasmo(s) gosto deles sem falos, no prazer das palavras que as minhas lucubrações permitem.
O corpo do outro é sempre a busca do prazer egoísta, da satisfação pessoal.
O "corpus" é (muita) outra coisa - esparge sensações múltiplas, abrange áreas diversas, repercute-se diversificadamente em cada um de todos os outros, e, sobretudo, regista-se e nunca se esquece.
Mas... aí está - inventar é preciso:
Queimei meus olhos
De tanto te desejar
Ficaram-me só os abrolhos
De uma saudade sem par
Quis-te como se quer o ar
Que se respira e evola
No meu corpo de viola
Foste o meu eterno mar
Sofri, amei, solvi
Fruições sem par
Que, porque quis, senti
Quando me decidi a amar
Se amor se pode chamar
Todo o frenético amplexo
Em que me deixei mergulhar
Na complexidade do sexo
Depois restou o espasmo
Do meu corpo a desejar-te
Em múltiplo, fluido orgasmo
No meu corpo, teu baluarte
De dia, à noite, ao luar
Vem, corre p'ra mim
Dir-te-ei sempre que sim:
Meus orgasmos te quero dar.
03/11/2012, (08h:25')
Orgasmo(s) gosto deles sem falos, no prazer das palavras que as minhas lucubrações permitem.
O corpo do outro é sempre a busca do prazer egoísta, da satisfação pessoal.
O "corpus" é (muita) outra coisa - esparge sensações múltiplas, abrange áreas diversas, repercute-se diversificadamente em cada um de todos os outros, e, sobretudo, regista-se e nunca se esquece.
Mas... aí está - inventar é preciso:
Queimei meus olhos
De tanto te desejar
Ficaram-me só os abrolhos
De uma saudade sem par
Quis-te como se quer o ar
Que se respira e evola
No meu corpo de viola
Foste o meu eterno mar
Sofri, amei, solvi
Fruições sem par
Que, porque quis, senti
Quando me decidi a amar
Se amor se pode chamar
Todo o frenético amplexo
Em que me deixei mergulhar
Na complexidade do sexo
Depois restou o espasmo
Do meu corpo a desejar-te
Em múltiplo, fluido orgasmo
No meu corpo, teu baluarte
De dia, à noite, ao luar
Vem, corre p'ra mim
Dir-te-ei sempre que sim:
Meus orgasmos te quero dar.
03/11/2012, (08h:25')
Subscrever:
Mensagens (Atom)