Cantatas Já não soam
Sorrisos Já não brilham
Abraços Já não se dão
Pregões Não se ouvem
Luzes Que se fundiram
Ribalta Que as vozes se calem
Serões Que já morreram
Cansaços Que atordoam
Delongas Que se esperam
Tristezas A florescer
Pendências Por resolver
Ausências Que se amontoam
Conversas Que se repetem
Olhares Que não evitam
Angústias Que recrudescem
Incertezas Que não mentem
Desassossegos Que denotam
Parcimónias Que se redobram
Evidências Que demonstram
Carências Que se evitam
Fugacidades Que se perpetuam
28/12/2012, (13h:02')
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
À Luísa Vale - (uma larista na Praça José Fontana)
Nos chifres de um touro
Teu olhar ficou preso
E na graça desse louro
Teu coração não saiu ileso
Olha o garbo desse pegador
Estudante agrónomo de profissão
Entregaste-lhe o teu amor
- Cadê do teu coração?
Não chores, loira bonita,
Teu amor tresloucado
Alegra essa cara bonita
Não manches esse rosto pintado
Sê mulher com mais força
Iça bem tua cabeça
A juventude não se destroça
Com tão grande tristeza
Não faças da tua dor
Um inconfessável fracasso
Olha que a dor maior
É ter-se a alma em pedaços.
Mas que graça que ela tem
Quando sorri e canta
Mas quando a saudade vem
Ela espantá-la não tenta
15/01/1972, (23h:35')
Teu olhar ficou preso
E na graça desse louro
Teu coração não saiu ileso
Olha o garbo desse pegador
Estudante agrónomo de profissão
Entregaste-lhe o teu amor
- Cadê do teu coração?
Não chores, loira bonita,
Teu amor tresloucado
Alegra essa cara bonita
Não manches esse rosto pintado
Sê mulher com mais força
Iça bem tua cabeça
A juventude não se destroça
Com tão grande tristeza
Não faças da tua dor
Um inconfessável fracasso
Olha que a dor maior
É ter-se a alma em pedaços.
Mas que graça que ela tem
Quando sorri e canta
Mas quando a saudade vem
Ela espantá-la não tenta
15/01/1972, (23h:35')
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Natal de muitos Natais
Uma árvore de muitas bolas
Coloridas, tremeluzentes. Neve,
Fictícia, ondeando pelas olas
Do pinheirinho verde e breve
Onde se alcandora a brilhante
Estrelinha da paz, da harmonia.
Presentes, muitos, o bastante
Para nos encherem de alegria
Na manhã que irá nascer
A 25 de Dezembro
Serão abertos com prazer
E encanto por cada membro
06/12/2012, (19h:30')
Coloridas, tremeluzentes. Neve,
Fictícia, ondeando pelas olas
Do pinheirinho verde e breve
Onde se alcandora a brilhante
Estrelinha da paz, da harmonia.
Presentes, muitos, o bastante
Para nos encherem de alegria
Na manhã que irá nascer
A 25 de Dezembro
Serão abertos com prazer
E encanto por cada membro
06/12/2012, (19h:30')
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