Pois...
Retomando o assunto do "follheado" anterior, pretendo reportar o que de conspícuo e inédito me foi dado observar nestas paragens nordestinas deste "país à beira-mar plantado". Santo Deus! Há que ser-se demasiado utópico, idealista, e, (quem sabe?...), ter-se a vista completamente turva para encarar, deste modo as disfunções desregradas deste povo.
Vou voltar às "(in)consequências" do "modus operandi", a que tive que:
a) por um lado, fazer-me de pateta e relevar o que de abstruso, ignóbil, se processa;
b) por outro, interiorizar que "não, não vou por ai!"
c) e, ainda, com que género, tipo,alternativa, me vou interligar?
11/05/2015, (18:42)
Retomo o assunto: há que registar o que de melhor se encontra nos círculos profissionais dos "professores" - nunca tinha encontrado nada comparável! E andei por muitas escolas, algumas delas muito màzinhas, graças ao Deanho!
Sim, porque, de acordo com os preceitos bíblicos, "Deus é grande, poderoso, perfeito..." Só mesmo o Diacho para lhe trocar as voltas?!...
Mas deste pão não como - já comi alguns que o diabo amassou, já engoli alguns sapos... E como me é difícil engolir um simples comprimido, e, muito mais, uma cápsula?!... Recuso-me a, sequer, aceitar determinadas posturas, mesmo fora do local de trabalho - a promiscuidade é degradante.
Se me apontarem que, por vezes, sou mesmo "escacha-pessegueiro" rematando com alguma verbosidade pouco usual numa mulher, tenho que assumir, por duas razões; a saber:
- quando não gosto, retruco com a escabrosidade que me ocorre;
- "estou-me nas tintas", de há uns tempos a esta parte - aprendi tarde, mas aprendi - que nada melhor que "decepar" de vez a ignomínia.
Em locais de trabalho, não me forcem a tomar posições desse género - fico de rastos; mas continuo a não me importar minimamente com a a abstrusidade, burrice, presunção alheia.
Costumo dizer que, com mulheres, sou uma senhora, mas, com homens, sou pior que eles. Acho que já é bastante.
Não me venham com pietismos, coitadismos, miserabilismos, nem falsas arenguices ou beatices. Não tenho paciência para a imbecilidade.
Palhaços:
Quando me deparo com pessoas que riem muito, sinto-me pateticamente desconforme:
- ri(rá) de quê?
- que momentos de aligeiramento proporciona a vida para que tal aconteça?
- se o assunto é sério, não "avacalhemos" - como diz a miudagem;
- "trabalho, é trabalho; "cognac" - que "finesse"?!... - é "cognac".
Há um fulano que, desde que o conheci, no ano lectivo de 2000/2001, (se a memória não me falha), porque fazia parte de Conselhos de Turmas, que nos tinham sido atribuídas, que me suscita sempre alguma sensação de desconforto. Há "gajos" que, qualquer que seja o patamar social em que se integrem, medem tudo pelo membro que têm entre as pernas. Propus-me observar, com alguma calma, porque sei que sou mediúnica e "transporto" a porcaria que me atiram, e que muitos supõem ser da minha lavra. Não me enganei.
Há uma qualquer relação entre a idiotia e o riso fácil.
Pertenceu, ou coadjuvou o presidente do então Conselho Directivo, em questões sindicais; dava-lhe jeito, até as "salvaguardas". Chegou ao Conselho Directivo, naturalmente.
Tinha-me comprometido, com relativa antecedência - assim o exigia o SPGL - a estar presente e a participar no 5º Congresso, que decorreu nos dias 5 e 6 de Fevereiro do corrente ano, em Lisboa.
As voltas e reviravoltas da minha vida coarctam-me imprevistamente.
Era uma óptima possibilidade de evadir-me de tudo o que me desgosta, me destrói, e faz sofrer cá por estas bandas.
Inopinadamente, pensando em seguir depois para Lisboa - e já reduziria o tempo obrigatório de assiduidade, para que me fosse concedida a acreditação - fiquei devastada. Fui à escola, para falar com o Director. Não estava, e foi esta cotovia que me recebeu.
"Isso não interessa nada!"
Boa! Interessava-lhe, quando se podia servir disso, quanto poude.
Sobre este fulano, houve uma "cena" bastante estranha na Sala de Professores, há 4/5 anos atrás, que foi referida numa dissertação minha.
A "amiga do coração", estende a mão na intenção de tocar, ou agarrar no que ele teima em querer fazer valer. Desbocamento completo. Uma obscenidade.
Nunca me teria passado pela cabeça, que tal fosse possível.
Nunca presenciara nada semelhante antes.
É verdade que ambos são casados, mas não estão mortos... Há tanto sítio para estas manifestações, não?
Cetáceos:
Tive, por várias vezes, oportunidade de me cruzar com o espécimen anterior e a mulher.
Confesso que me surpreendeu, no início, dadas as pressupostas idiotices, que terá "enraizado" - encontrava-los, muitas vezes, em Peniche, onde aproveitava para passear e fazer as compras de casa. Volumosa, rotunda... Sei lá porquê, cri que seria mulher vistosa, ou elegante, pelo menos. Que nada! Estava colocada numa escola por ali, por isso os encontrava tantas vezes.
Como é evidente, a "outra" é mais atraente. Era mais elegante. Agora está "pesadota", também. Assim, não destoa do grupo, não suscita a invejinha feminil, já que, tanto quanto sei, "são mesmo amigos", de portas adentro, em convívios familiares...
Esta também não é amiga de ninguém. "Os meios justificam os fins" - por aqui, tudo vale tudo, e nada vale nada. A partir daí torna-se tudo possível.
Outra que me repugnava sobremaneira era uma deslocada que por lá se encontrava - se não estou em erro - há dois anos atrás. Anafadinha mais que q.b., tresandando a uma mistura de cheiros execráveis, de todos os poros e expurgações.
Tive que ir à casa-de-banho, para "verter águas" - que mais que isso não consigo fazer fora de casa - e saí de lá transtornada com o(s) odor(es). Fui ter com uma funcionária para lhe pedir que fosse refrescar o ar com um "spray".
Que miséria, esta nossa vidinha de santinhos de pau oco?!...
E outros que tais:
Há aqueles, e aquelas, que se pelam por "cuscar" tudo de todos e sobre todos.
Há uma, (irmã de uma reformada do mesmo Grupo Pedagógico que o meu), que ainda não percebi qual é o papel que desempenha, ou que atribuições e/ou regalias lhe são conferidas.
Está sempre presente, ou entra, sem pedir licença, quando tenho qualquer assunto a tratar no C.D.
Revolve-me as entranhas. De uma má educação, sem nome.
E há muitas outras, que interrompem uma conversa de serviço, para beijar o director, ou interromperem com tretas fora de contexto laboral... - "formadoras"?!...
Vale Vite, 14/08/2015, (19h:52')