Quando se luta por denegrir, depreciar, destruir tudo que alguém tenta fazer para sobreviver, lutando uma vida inteira por ser sempre íntegro, melhor, e realizar actividades, desenvolver capacidades, que tentam provar que a vida em derredor é uma trampa, uma mole de gente ralé confinada aos horizontes de quatro tábuas e dois lençóis, não há dúvida alguma que a desintegração de confiança, de equilíbrio, de harmonia, tem que soçobrar.
Querer "comer", ser igual, não implica atitudes destas - são castelos de areia que ruem a qualquer sopro.
Por aqui é o desporto favorito - em "modelitos" mixurucas, a que os chineses e as lojas "por grosso" fazem por oferecer mais , melhor e com uma vastíssima variedade muito mais acessível.
"Brinca-se às casinhas", aos casamentos, aos "ineditismos" baratos - tudo se resume a uma profundíssima inveja; um dos pecados capitais mais abjectos, de todo baníveis e inaceitáveis.
Por aqui se vive, se reproduz, se faz por ser, seguindo estes "modelos".
"Terra das vacas", dos chulos e das prostitutas, dos pederastas e "gillettes", dos pedófilos e "pichas moles" - daí à ocorrência de assassinatos, envenenamentos, (de todo o género), tudo é permissível, com o assentimento de toda uma comunidade. A única e obsessiva preocupação é dar vazão à libido - a marginalidade e a promiscuidade são prerrogativas de um "status quo", de um "fait divers", que fazem parte do "modus vivendi" e do "modus operandi" desta gente chinfrim. Não são capazes de fazer melhor, de ser diferentes, de se valorizarem de molde a poderem considerar-se gente, (!) .
Ser-se mulher, por cá, é a mais vil das afirmações - a falta de respeito e consideração pelas outras, omite outras particularidades, muito mais rejeitáveis: um "ego" em falência total, falta de amor-próprio e brio, (a qualquer nível), um profundo desrespeito e uma inegável desconsideração por si mesma.
A enxúrdia, (a todos os níveis), está patente, e é execrável!
Vale Vite, 25/07/2014, (08h:10')
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