sábado, 5 de abril de 2014

Nihil est nulla

Tal como uma seiva que se pretende extrair, sinto, por vezes, que me pretendem sugar até ao tutano, "no matter what".
De desespero em desespero, de descompensação em descompensação, vivo rodeada de causas desbocadas com intenções maléficas, que me ostracisam cada vez mais - odeio tudo o que à minha volta mexe, como se o ar me faltasse. Quem se lembra de mim? Quem me dá, nem que seja um dedo, para que acredite, que, até para mijar, às vezes é preciso que nos dêem de beber?
Gasta desta enxúrdia, mal consigo segurar os fiapos da minha frágil estrutura para seguir em frente. Mais que absurda, é nihilista !

Vida breve, mais breve a desejava, de tanto sofrimento!

BMLourinhã, 05/04/2014, (15h:32')

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