Não havendo grande coisa para fazer, ou porque, pura e simplesmente me apetece "espairecer", por vezes surgem "arremedos"...
Na máquina meti
Moedas para um "cappuccino"
Troco? Dele me esqueci
Levou-o alguém sem tino
Não era muito, não
Mas a miséria humana
Deitou logo, logo a mão
O que a mim muito me dana
Penso às vezes que um ladrão
Se faz nas pequenas coisas
Com as grandes como serão?
Tudo vale: "coisas e loisas?!"...
Tudo vai mal para nós
Mas pensam alguns só neles
E afinal para quê dar voz
Se há gente assim tão reles?
Por dois dinheiros se vendem
E por menos querem comprar
Não sabem mais que tentem
Para à conta dos outros poupar
Não serei menos, nem mais
Não me sujo é por tão pouco
Sobro sempre, estou a mais
Neste mundo infeliz e louco
Vale Vite, 18/02/2014, (16h:10')
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