Cantatas Já não soam
Sorrisos Já não brilham
Abraços Já não se dão
Pregões Não se ouvem
Luzes Que se fundiram
Ribalta Que as vozes se calem
Serões Que já morreram
Cansaços Que atordoam
Delongas Que se esperam
Tristezas A florescer
Pendências Por resolver
Ausências Que se amontoam
Conversas Que se repetem
Olhares Que não evitam
Angústias Que recrudescem
Incertezas Que não mentem
Desassossegos Que denotam
Parcimónias Que se redobram
Evidências Que demonstram
Carências Que se evitam
Fugacidades Que se perpetuam
28/12/2012, (13h:02')
Sem comentários:
Enviar um comentário