Há momentos em que o mestre é, de facto, demasiado actual:
- por dois vinténs vendias as excreções, fotografavas vulvas e rectos cheios de esterco, rançavas em quartos de passe e camas de aluguer,"cantavas o fado a todas", velhas e novas, amigas ou inimigas, casadas ou solteiras... O sexo não tem bandeira, pois então?!...
- a minha consolação é só uma - há sempre descobertas pela "net", e certezas de que comportamentos desviantes não se mudam, se intrínsecos, congénitos.
- Descobri outras "virtudes", muito antes de tentares abordar-me farão dois anos.
- Tem dó: aproveita a vida que te proporcionam agora, e, com um poucochinho de respeito, não te atravesses no meu caminho, não faças voos razantes: há sempre uma adaga à tua espera, e a volta do destino - como "o fio de Ariadne"... isto, se "as voltas da maralha" não te obrigarem a ver o sol esfiapar-se por entre as grades, que bem conheces...
Olvidaste depressa o que
Levavas na maior?!
Ultrajavas, corrompias, prostituías, e
Arvoras-te, agora, em homem correcto,
Parecendo que nunca
Fizeste das mulheres da rua
Bestas da tua libido?!...
Andaste perdido em lupanares,
"Recebeste delas o papel",
Investindo "lavagens" (dele)
Em mulheres sem mancha,
Vazadouros - todas elas na mesma bitola! - dos teus lixos biológicos
Impelido pelo Caos da tua vida:
Lambeste, (e como gostas?!...), excreções de qualquer uma,
Onde quer que fosse, ajoujado pela desídia e pelo vício
06-07/04/2012, (23h:52-00h:07')
- Acróstico invertido; não é uma dedicatória. É mais um dos meus "complaints" à vida que me ofereceu uma das maiores desgraças que me poderiam ter acontecido - um ser reles, mal-formado, odiento, do mais baixo calibre, que imaginar se pode. Nem a própria família o aceita. Amigos?!... Ah! Quantos me desaustinaram por causa dele - um "hacker" dos piores: tem destruído tudo o que de bom os outros possam tentar construir.
Avisei a amante de que persistia, depois de quatro anos de vivência com ela, (e sabe-se lá que mais?!...), em assediar-me passados cerca de cinco, de o ter banido da minha vida - dá-se por satisfeita: tem engenheiro, (com os cursos da Mondlane, claro! E, provavelmente, à custa da mulher, uma negra moçambicana, que pôs nas ruas da amargura cá por Lisboa). Seria uma benção dos céus, que o mundo se visse livre de tal aberração!
15/04/2012, (03h:18')
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