Assédios e promiscuidades.
Os meus dias correm sensaborões, com as monótonas e comezinhas obrigações cívicas. Piores, muito piores são as minhas noites, que para além de desassossegadas, têm que ser forçadas à dormência com "doppings", que, quaisquer que sejam as doses, resultam por um tempo muito curto, em que o cérebro lucubra sem cessar nas intemperanças, com que me tentam destruir.
Sou uma "workholic", hiper-activa incansável - desde sempre. Anos de sofrimento indizível, na luta insana para tentar sair de onde estou.
Destruiram-me a vida toda, a privada e a pública - a inépcia é um aguilhão destruidor. A inveja o móbil para se perpetrar tudo o que fôr possível e impossível.
Ser mulher passou a ser um estigma do pior que imaginar se pode.
Num meio onde se pensa que, ou se "come", ou se tem que ser "comido", ser-se tão fora de tudo isto e gostar muito pouco de misturar as estações - "trabalho é trabalho, e "cognac", é "cognac" - acontecem os fenómenos mais insólitos e inimagináveis.
Não importa a idade - era bem mais nova, mais no aspecto físico, que na idade. Na escola onde me "estacionaram", não houve bicho-careto nenhum que não se imaginasse com direito a tentar "dar banho à minhoca".
Fui entendendo pouco a pouco - que nestas coisas sou um pouco lenta... - que a disputa existia entre os homúnculos da escola; quanto mais elevado o grau, tanto mais gravoso, acintoso e perigoso o assédio.
Na grande maioria são uns incompetentes. E pagam-lhes para o ser. Dá jeito a quem os lá põe.
Os meus dias correm sensaborões, com as monótonas e comezinhas obrigações cívicas. Piores, muito piores são as minhas noites, que para além de desassossegadas, têm que ser forçadas à dormência com "doppings", que, quaisquer que sejam as doses, resultam por um tempo muito curto, em que o cérebro lucubra sem cessar nas intemperanças, com que me tentam destruir.
Sou uma "workholic", hiper-activa incansável - desde sempre. Anos de sofrimento indizível, na luta insana para tentar sair de onde estou.
Destruiram-me a vida toda, a privada e a pública - a inépcia é um aguilhão destruidor. A inveja o móbil para se perpetrar tudo o que fôr possível e impossível.
Ser mulher passou a ser um estigma do pior que imaginar se pode.
Num meio onde se pensa que, ou se "come", ou se tem que ser "comido", ser-se tão fora de tudo isto e gostar muito pouco de misturar as estações - "trabalho é trabalho, e "cognac", é "cognac" - acontecem os fenómenos mais insólitos e inimagináveis.
Não importa a idade - era bem mais nova, mais no aspecto físico, que na idade. Na escola onde me "estacionaram", não houve bicho-careto nenhum que não se imaginasse com direito a tentar "dar banho à minhoca".
Fui entendendo pouco a pouco - que nestas coisas sou um pouco lenta... - que a disputa existia entre os homúnculos da escola; quanto mais elevado o grau, tanto mais gravoso, acintoso e perigoso o assédio.
Na grande maioria são uns incompetentes. E pagam-lhes para o ser. Dá jeito a quem os lá põe.
Elas escudam-se em "queixinhas", porque não conseguem ultrapassar a ignorância e sentirem-se mais próximas - sabem que tenho amigos e amigas, de anos. Fiz amizades, grandes, noutras escolas. Aqui não consigo. A imbecilidade, a "analfabrutidade" é gritante. A "falta de chá", de consciência, de cultura, de auto-conhecimento são estarrecedores.
O medo de se verem retratados, ou de se assumirem como aquilo que são, é inacreditável. Arranjam "quorum" - autonomia, emancipação são estados ignotos.
Um director que é promíscuo, na escola, (porque fora dela tanto me dá: o problema será da mulher), desde sempre suportou mal não se sentir bajulado por mim. Não podia ser: fiz-lhe a "radiografia" faz anos.
Não descansa em desperdiçar energias, mal, de forma totalmente errada.
Estive quatro meses sem vencimento, há cerca de três/quatro anos; estive a soro no hospital, e quase se podia ver à transparência. Desta vez porque uma aventesma incompetente e ignara pressupôs que seria capaz de ultrapassar o campo de gente credenciada noutra área - psiquiatras e psicólogos.
Não descansa em desperdiçar energias, mal, de forma totalmente errada.
Estive quatro meses sem vencimento, há cerca de três/quatro anos; estive a soro no hospital, e quase se podia ver à transparência. Desta vez porque uma aventesma incompetente e ignara pressupôs que seria capaz de ultrapassar o campo de gente credenciada noutra área - psiquiatras e psicólogos.
Este agora, achando por bem arquivar o processo pensou que me "teria na mão".
Tenho solicitado trabalho - tudo me é negado. A competência dele passa por salvaguardar quem "anda ao beija-mão", quando não pior - e eu sei. Mulheres que minimizam e utilizam o denegrimento do labor de outras para obter benesses e muito mais, são a sua área de acção preferida.
Tenho solicitado trabalho - tudo me é negado. A competência dele passa por salvaguardar quem "anda ao beija-mão", quando não pior - e eu sei. Mulheres que minimizam e utilizam o denegrimento do labor de outras para obter benesses e muito mais, são a sua área de acção preferida.
Estou farta de pedir condições de trabalho, uma cadeira para me sentar nas horas que por lá tenho que permanecer, trabalho efectivo: faz "orelhas moucas". Desde 2000/2001 que ando acompanhada por psiquiatras, e as depressões são recorrentes, profundas algumas - a adopção da Zora foi uma tentativa de me reabilitar, que resultou; a escrita, outra, que vai resultando, pior ou melhor.
Tenho tentado por todos os meios sair da zona oeste. Debalde. Julgando-se o "rei das arábias" sugeriu que corresse escolas à procura de quem me aceitasse incorporar no quadro, que ele tratava dos trâmites - sabia que isso não era possível, mas fui. Para além de se rirem com a "imaginação" de tal director, disseram-me expressamente que "ele estava a fazer-me perder tempo". Abstruso este iluminado?!
Porque não tenho que andar à procura de uma sala onde possa ocupar o tempo, porque nunca tenho lugar na biblioteca - onde me colocam, sem me deixarem contactar com os miúdos, onde me mandam calar, se eles me pedem ajuda, onde não posso utilizar o meu computador, porque a extensão é perigosa - podem tropeçar nela, - onde pretendem que retalhe papelinhos - como fazem as educadoras de infância com as crianças, - onde não posso dialogar com os garotos sobre obras ou aconselhá-los, tenho, sistematicamente, alvitrado que atente nas condições em que funciona a biblioteca, que até para lugar de "caça ao tesouro" serve. É sabido que é local de estudo, de silêncio (tanto quanto possível). Tudo se faz menos o que se deve fazer.
Foram-me marcadas faltas injustificadas. Teve a veleidade de me abrir um processo, e pretende outorgar-se o direito de pedir a minha exoneração.
Com tanto e tão importante para fazer, eu sou o problema principal: "quem não é por mim é contra mim".
Com tanto e tão importante para fazer, eu sou o problema principal: "quem não é por mim é contra mim".
Quero mais é que ele vá fazer um bom e salutar retiro, para limpar a cabeça, ou dar-lhe lustro - (está na moda rapar-se o cabelo...)
Há muito quem chame um nome muito "sui generis" a este tipo de moda...
Há muito quem chame um nome muito "sui generis" a este tipo de moda...
Vale Vite, 02Maio2015, (04:35)
Sem comentários:
Enviar um comentário