sábado, 29 de junho de 2013

Um conto de quando em vez...

Porque hoje tive um dia delicioso, (apesar da "sopa" até chegar à Casa dos Bicos, que me desestabiliza completamente a tensão arterial, e me põe - "a idade não perdoa..." - tonta, como bêbeda, (o que nunca aconteceu, quando bebia, e bem!) - vou  transcrever, das minhas Notas Finais ao meu primeiro livrinho, algumas breves passagens. Composição da fast.livro, que, apesar das muitas correcções por mim efectuadas, fez caso omisso das longas e cuidadas observações que fiz, "corrigindo", também, alguns vocábulos.. 
Adiante, que amanhã deverei ter muito que fazer e hoje deixo que a pena aligeire o meu cansaço:


Não tenciono a destruição, prefiro a reacção óbvia às contrariedades por que tenho passado; muitas, dolorosas, que jamais se apagarão - a minha memória é o meu pior castigo: não esqueço nunca o mal que me fazem. Perdoar? Nem Deus perdoa....

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Tinha a minha vida organizada, limpa, sadia, preenchida, liberta de preconceitos abstrusos: quero-a de volta!
18/01/2012, (03h:38')

Contos em Noites de Lua Cheia
Junho de 2012
ISBN: 978-989-20-3163-7

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